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O 1º de abril - 2 anos depois


Giovanna Decker - Por Kester 10 G
01/04/2019

Um olhar nos ataques de 1º de abril.
Em sua primeira edição, a revista Kester Observa relembra o primeiro acontecimento ocorrido em 1º de abril no ano de 2017, com a própria marca.
Quando Hackers invadiram o site kester.net.br, e protagonizaram um dos maiores atentados digitais contra a marca e especialmente contra o Presidente da empresa na época, Jornalista Guilherme Kalel.
No dia em que marcamos 2 anos daquele acontecimento, relembramos como tudo foi, o que mudou, quem foram os atacantes, se foram punidos, e o mais importante.
Como Kester 10 G, se reinventou, passou por novos atentados e sobreviveu até aqui!

Tudo começa na tarde de 1º de abril.
Guilherme Kalel está fora de casa, quando a esposa começa a ler mensagens de e-mail supostamente trocadas entre o marido e outras pessoas.
Depois, mensagens com conteúdo impróprio são disparadas dos e-mails de Kalel, para membros do Portal.
Patrocinadores da Equipe começam a receber mensagens de conteúdos ameaçadores e estranhos.
Logo, o Site é invadido e os Hackers postam mensagens de ameaças contra a vida de Guilherme Kalel.
O Jornalista então percebe que todos os acontecimentos estão interligados, e tratam-se de um atentado digital contra si e contra a Equipe.

A Advogada Mariana Monary, aciona a Polícia Federal em São Paulo.
Responsável por investigar crimes cibernéticos.
Ao mesmo tempo, a Equipe Kester perde o controle de acesso do Site.
Ao longo daquela noite, Guilherme Kalel e a programadora Grace Palvann, trabalham intensamente na tentativa de recuperar o servidor de acesso, mesmo que Guilherme tenha passado mal minutos antes por conta dos ataques, e tenha tido um ataque cardíaco.
O Jornalista segue trabalhando até altas horas e só descansa, ao conseguir recuperar o controle de seus servidores.
Através do controle recuperado, a Equipe consegue identificar os IPs, endereços dos computadores de onde partiram os atentados digitais.
E encontram rastros de mensagens que foram montadas, parecendo que Guilherme tivesse as escrito, e disparadas para patrocinadores, leitores e membros da Equipe Kester.
O computador de Guilherme Kalel também está Hackeado, com um vírus tão potente que em poucos dias iria destruí-lo por completo.
O mesmo aconteceria com seu HD Externo, onde armazenava todos os dados com mais de 10 anos de trabalho em acervo.
O Jornalista ainda não sabia, mas aquele dia era apenas o começo de uma longa historia.

Segunda-feira, 2 de abril.
Agentes da PF chegam a um apartamento em São Paulo, depois de identificarem o acesso dos criminosos.
Duas pessoas são presas no local, e levadas a sede da PF onde prestam esclarecimentos.
Uma delas é Ana Claudia Santos, Hacker que estava grávida.
E que confessa, foi contratada para executar um ataque ao Site, a Kalel, e destruir sua imagem e carreira.
O contratante, dois homens que ela não conhecia, mas que chegaram a ela por indicação e por saber de seu trabalho como Hacker e programadora.

Esses homens são identificados por Ana Claudia, que fecha um acordo de delação com a Justiça.
No dia 5, eles são identificados e detidos pela polícia.
Integram uma seita religiosa, cuja o Portal realizou reportagens denunciando práticas criminosas.
E Guilherme Kalel, foi crítico da seita desde que as primeiras denúncias surgiram.

Dias mais tarde, Guilherme perde seu HD, infectado pelo vírus citado acima.
Ana Claudia diz que pode recupera-lo, e começa um trabalho de mais de 4 meses para dar ao Jornalista, acesso a todos os seus arquivos de volta.
Guilherme Kalel, só tem acesso a seu HD, em setembro daquele ano.
E antes disso, precisa começar o trabalho do zero.
Mas, o Portal Kester não para.
Em abril, após os ataques, e quando pensou não ser mais possível continuar até por conta de tudo que se perdeu, patrocinadores do Portal bancam a sua manutenção.
Então, Guilherme Kalel diz a frase que vira mais do que um Slogan para a Equipe.
"A maldade humana não pode ser maior do que a força da verdade."
Recado claro aos seus atacadores, que mesmo que tentassem silenciar o Portal Kester e seu Presidente, continuariam a denunciar o errado e fazer jornalismo de credibilidade e excelência.
Os acessos do site se multiplicam, a Equipe dá a volta por cima.
Os Hackers são condenados a indenizarem Kalel, assim como os atacadores da seita religiosa, que respondem o processo em liberdade.
A Seita se propõe pagar uma indenização, para que o processo seja encerrado.
Guilherme Kalel, doa todo o dinheiro para ser aplicado com tratamentos de pessoas portadoras de câncer.

Isso faz o Portal ganhar ainda mais notoriedade e acessos, que logo batem a casa dos milhões.
O tempo passa e com 1 ano pós os ataques, Guilherme e Mariana lançam um livro.
"O Ataque", comercializado, conta a historia de como os atentados ocorreram e os bastidores, o que ninguém até então sabia.
Fala sobre o ataque cardíaco de Guilherme Kalel, e os desdobramentos de dias seguintes pós os atentados.

Em junho daquele ano, o Portal Kester descobre que não era o fim, ao contrário. 1º de abril foi apenas o começo.
Hackers com acesso ao celular de Guilherme Kalel, desviaram recursos financeiros de sua conta bancária, acessaram seu aplicativo de mensagens Whatsapp, conversaram com outras
pessoas como se fossem o Jornalista falando.
Mais uma vez, a polícia entra no caso, e um novo atentado digital acontece.
O Portal Kester passa pela segunda experiência, que não poderia se dizer até então de onde veio.
Mas, a ação rápida da polícia e de programadores do site, identificam os atacadores.
Hackers começam a ser presos e descobre-se uma equipe criminosa formada para atacar o Portal Kester 10 G.
Liderada por Gustavo de Oliveira, 32 anos, a organização tem mais de 80 membros e reúne pessoas contratadas para destruir a imagem Kester e a carreira de Kalel.
Por que?
Motivos banais e sem sentido, que não fazem o menor nexo.
Conclue-se que Gustavo tem um problema mental, e ele e outros membros são presos a partir de julho de 2018.
Logo ganham a liberdade, mas em dezembro, diante a novos atentados ocorrentes nos meses que se seguiram até ali, são condenados pela Justiça e voltam a ser presos.

Ainda hoje, o Portal Kester vive sob a sombra dos ataques.
Que começaram lá em 1º de abril, e se estenderam até janeiro de 2019.
Foram inúmeras tentativas de invasões, um roubo a sede da empresa em São Paulo, houve troca de comandos na empresa, e ainda sim, Kester 10 G está de pé.
Com uma equipe séria e coesa, hoje inicia um novo projeto através da Kester Observa, sua revista digital.
Para provar aos seus atacadores, que "A maldade humana não pode ser maior do que a força da verdade."

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