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Operação policial desmantela organização criminosa que atacava Kester 10 G


Giovanna Decker
Por Kester 10 G
08/04/2019

Na última segunda-feira, 1º de abril, a polícia pois fim a uma operação que perdurou por 2 anos.
Identificou e prendeu, membros da organização criminosa que desde 2017 atacava o Grupo Kester, e seu fundador, Jornalista Guilherme Kalel.
A ação policial ocorrida naquele dia 1º, prendeu 21 pessoas entre elas a pessoa apontada como a liderança da equipe, Helena Bitencourt.
A advogada de 30 anos de idade, prestou depoimento esclarecedor as autoridades, e deu mostras de que se a organização foi desarticulada, este era apenas o começo de uma busca que ainda tem um longo caminho para ser percorrida.
A polícia quer saber, quem estava por trás das atitudes de Helena, e de cada um dos outros 84 membros que integram a organização.
Sabe-se que Helena foi contratada para ser a mentora por trás de cada ataque.
E que ela planejou as ações, todas as ações do grupo.
Desde os primeiros atentados em 2017, até o momento de sua detenção, ela se manteve escondida tendo inclusive se infiltrado na Equipe Kester.
Se fingindo ser quem não era e com nome falso de Melissa, participou por mais de 6 meses das atividades Kester.
E colocou suas duas irmãs, Elisa e Marianna, também para integrarem ao grupo.
Tiveram acesso a dados sigilosos e participaram do roubo ativo de dados Kester, que quase levaram a empresa a falência.
Mas tudo que aconteceu, por ordem de Helena, ocorreu porque alguém a contratou para que fizesse isso e muito mais.
E agora a polícia quer descobrir, quem é essa pessoa e os motivos pelos quais tal pessoa realizou essa ação.

Até aqui, os policiais não haviam encontrado nem um indício de que havia uma participação de mandante em cada um desses ataques, que estivesse por fora da organização.
Helena, Elisa e Marianna, entregaram cópias de conversas, extratos bancários, e um dossiê, que pode levar a polícia a capturar tal suspeito ou suspeita.
Para não atrapalhar as investigações, o delegado Luis Claudio Bueno, não diz quem é procurado.
Mas, reitera que a polícia está perto de deter a pessoa responsável pelos ataques.
O verdadeiro responsável, por criar, financiar, transferir o dinheiro para o exterior, e fazer esse dinheiro roubado retornar ao Brasil.
Helena Bitencourt, deu provas de que falou a verdade em seu depoimento e pode fechar acordo de delação premiada com a Justiça nas próximas semanas.
Se ela fizer isso, a tendência é que suas irmãs também façam a mesma coisa.
Também acreditam os policiais, que mais membros da organização possam fechar delação, se a líder apontada como Camaleão, fizer a delação.
Por isso é importante divulgar, que essa delação está sendo negociada.

Helena disse que não tinha conhecimento do trabalho realizado pela Equipe Kester 10 G.
Só depois de ser contratada, é que conheceu o trabalho.
E estando dentro da Equipe, teve maior conhecimento de como funcionavam as operações da empresa que na época tinha um Portal de Notícias.
Também, foi dela a ideia de desviar de uma vez, os recursos que Guilherme Kalel conseguiu por campanhas, para tomar a Sorilis.
Assim, sem a medicação, o Jornalista ficaria desestabilizado e seria mais fácil destruir Kester 10 G.
Nessas primeiras demonstrações, Helena disse que percebeu o quanto seria difícil detonar a marca e o próprio Jornalista.
Porque, mesmo diante aos fatos que aconteceram, a Equipe se fortaleceu e conseguiu dar a volta por cima.
Novos recursos começaram a ser arrecadados e Guilherme não ficou mais do que 3 semanas sem a Sorilis.
O desestabilizar que queriam não funcionou, e o Jornalista continuou com suas atividades mesmo repassando o controle da marca Kester para a Onor.
Como o plano era acabar a qualquer custo com a marca, novas tentativas foram realizadas por parte dos criminosos.
Mas segundo Helena, a forma como a Onor passou a conduzir a empresa dificultou novas ações.
Passaram a soltar ameaças contra a vida de Guilherme Kalel e outros membros da Equipe.
Para assustar, e criar oportunidades que pudessem culminar com os assassinatos que pretendiam executar.
Mas, não haviam encontrado a oportunidade perfeita, embora tivessem montado um plano que contou até com atirador especial e profissional para executar o plano.
Helena Bitencourt, disse que não tem nada pessoalmente contra Guilherme Kalel, e que ele era apenas o alvo que ela tinha que destruir.
E disse que sempre desde muito nova, se especializou em ataques digitais contra pessoas, empresários de diversas naturezas, e que ao lado das irmãs, conseguiam tirar vantagem de muitos fatores.
Como Jornalista de verdade, Elisa Bitencourt tinha acesso a muita informação e foi fácil chegar a Equipe Kester.
Antes, passou por outros jornais de onde extraiu dados que usaram em outros golpes passados.
Também como advogada, Helena pôde atuar para ter vantagens sob empresários especialmente em casos de divórcio.

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