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Giovana Miccelann, Mariana Monary - Em quem ligado a Guilherme Kalel, criminosos digitais esbarraram para atingir Jornalista e marca Kester


Por Kester 10 G
08/04/2019

As investigações da polícia, os depoimentos já coletados após as operações de 1º de abril, revelam uma rede de acontecimentos muito maior do que o que se pensava, no entorno de ocorrências envolvidas com o Grupo Kester e seu fundador, Jornalista Guilherme Kalel.
Não apenas ele era um alvo, mas outras pessoas que estavam próximas a ele, acabaram se tornando alvo preferencial de atentados, que levantam mais dúvidas por parte dos investigadores.
Mariana Monary foi a primeira a ser perseguida pelos criminosos depois de Kalel.
Mas não foi a única.

A advogada, que atuou na Equipe Kester 10 G, chegou recentemente a ser ameaçada de morte e de ser estuprada antes de ser morta.
Também foi monitorada de perto por parte dos criminosos em São Paulo e Porto Alegre.
Sabiam de sua rotina, os locais que frequentava, com quem ela falava.
Queriam a pegar no que chamavam de momento certo, e esperavam que isso ocorresse, sem ter ideia de que a polícia chegaria nos criminosos antes disso.
De fato, Mariana não foi atacada e felizmente o pior se evitou.
Mas, o mesmo não pode ser dito de outras pessoas da Equipe.

Para o delegado Luis Claudio Bueno, todos aqueles que estavam próximos a Guilherme Kalel, e que eram considerados engrenagens essenciais da Equipe Kester eram alvo.
Karoline Becker foi chantageada, e para não ter segredos expostos na rede, para não ver a prima deficiente visual Manuela ser atacada, acabou integrando informações privilegiadas e acabou sendo presa.
Só na cadeia confessou o que havia acontecido, depois que a polícia descobriu toda a farsa que haviam a envolvido.
Melissa Becker, sua prima e irmã de Manuela, que ficou um tempo afrente da marca Kester, entregou o cargo e a marca que passou a ser gerida pela Onor.
Mas, desde antes Giovana Miccelann, ex-dona da empresa, era alvo dos criminosos digitais.
Giovana era também monitorada e tinha a vida vasculhada pelos criminosos.
Especialmente seus passos dentro da empresa que tinha eram vigiados, por pessoas colocadas estrategicamente dentro da Onor Miccelann.
A polícia acredita que inclusive, alguma dessas pessoas pode ter agido recentemente contra a jovem.
Exames de Giovana podem ter sido falsificados em dezembro passado, para esconder uma recidiva de Leucemia.
Que só foi descoberta mais tarde, em fevereiro, quando os resultados não voltaram a ser alterados.
Quando Giovana descobriu a doença era tarde, nada poderia ser feito e ela acabou falecendo, em 18 de março.
Até essa morte e as suas causas, serão melhor apuradas agora pela polícia, que divide dados com a PF em Porto Alegre, onde se concentrarão essas informações.
A nova Presidente da Onor, Annabelle Rech, disse que quer que tudo seja apurado e pois a empresa a disposição das autoridades.
"Queremos buscar a verdade, toda a verdade, e vasculhar quem quer que tenha sido que colaborou com esses criminosos digitais."
Annabelle também disse, que uma investigação independente está sendo realizada dentro da Santa Clara Onor, para tentar identificar responsabilidades sobre as alterações dos exames de Giovana.

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