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Bolsonaro e a intervenção na Petrobras - Escolha certa pelos motivos errados


Danielle Rios e Ester Marini
Por Kester 10 G - 15/04/2019

Na semana passada o assunto mais comentado da semana não seria diferente.
Tratou-se da intervenção do Presidente Jair Bolsonaro junto a Petrobras para evitar uma alta no preço do Diesel.
Mas, vamos entender todo um cenário por trás de tudo o que aconteceu.

No ano passado por causa de uma série de altas, caminhoneiros de todo país fizeram um levante contra o governo do então Presidente Michel Temer.
Paralizaram o Brasil, prejudicaram e muito a economia e um caos aconteceu.
O que o país esperava crescer não o foi, em grande parte pela manifestação que demorou dias para passar.
E que o Presidente Temer demorou agir das maneiras necessárias para impedir.

Neste ano, os caminhoneiros já haviam alertado, novas manifestações ocorreriam em maio.
Mas no final de março, rumores sobre esses manifestos começaram a eclodir em maior intensidade e chegaram aos corredores do Planalto.
Muito se preocupou quanto as atitudes de Bolsonaro a partir daí, já que num passado não tão distante, como deputado, apoiou o movimento de greve.
Agora que tinha a caneta nas mãos, era impreciso saber quais seriam suas atitudes.
No dia 11 de abril, a Petrobras anunciou nova alta no Diesel, de 5%.
No mesmo dia Bolsonaro ao estilo Dilma Rousseff, ligou para o Presidente da petrolífera e disse, "Não é para aumentar."
Na sexta, 12, a empresa recuou.
O aumento foi cancelado após a intervenção do Presidente,, que confirmou ter ligado para o Presidente da Petrobras, e ter questionado sobre os motivos do aumento.

As ações da empresa despencaram depois disso e em um único dia, a petrolífera perdeu R$ 32 Bilhões em valor de mercado.
A atitude de Bolsonaro passou a ser questionável, porque para muitos especialistas o Presidente da República não poderia ter intervisto assim na estatal.
Mas, motivado pelo fantasma do passado e do que aconteceu com a economia, Bolsonaro tentou a qualquer custo evitar uma nova greve.
Se esqueceu porém, que não é apenas pelo Diesel que os caminhoneiros pararam, e abriu margem para outras questionações.
O agronegócio pode ser a próxima pauta dos caminhoneiros para tentar barrar ou aumentar, algumas das atividades como o valor de frete por exemplo.
O que impactaria diretamente ao consumidor final de cada um dos produtos transportados.

Hoje, 95% de tudo que é consumido no Brasil, chega a casa das pessoas por transporte de caminhões.
Por isso esse setor, é importante e tem tanto impacto sobre a economia nacional.
Bolsonaro abriu uma porta perigosa que pode levar a caminhos difíceis.
Se por um lado agiu certamente para impedir o aumento, já que os combustíveis estão por demais a preços elevados, por outro errou na forma e motivo, pelos quais barrou o aumento com sua intervenção.

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